Brasil para estudar, terminar seu ensino médio e cursar uma Universidade. Penso que para ele não será tão simples quanto aquele menino ou menina que estuda na escola do seu próprio bairro, ou que tem transporte escolar, pai ou mãe que vem trazer a porta da escola. Uziel veio da Angola. Ficará aqui sem família. Mas também penso, que privilégio o meu, o da nossa escola de receber um aluno com esse propósito. Mas a história não para por aqui.
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quinta-feira, 7 de julho de 2022
XURDIR - A minha hora de ler...
Brasil para estudar, terminar seu ensino médio e cursar uma Universidade. Penso que para ele não será tão simples quanto aquele menino ou menina que estuda na escola do seu próprio bairro, ou que tem transporte escolar, pai ou mãe que vem trazer a porta da escola. Uziel veio da Angola. Ficará aqui sem família. Mas também penso, que privilégio o meu, o da nossa escola de receber um aluno com esse propósito. Mas a história não para por aqui.
segunda-feira, 4 de abril de 2022
NOTÍCIAS DO ENEM 2022
Saudações, queridos seguidores, contempladores ou visitantes do nosso Blog MITA ARANDU. Aqui vamos nós com notícias sobre o ENEM 2022. Atualizaremos e deixaremos você sempre informado. Vem conosco...
04/04/2022 - Pedidos de isenção da inscrição começam nesta segunda-feira (4)
Obs.:Data também vale para quem precisa justificar ausência na edição de 2021, requisito obrigatório para quem quer ter direito à isenção em 2022. Resultado das solicitações será divulgado em 22 de abril.
PÁGINA DO PARTICIPANTE: https://enem.inep.gov.br/participante/#!/
domingo, 3 de abril de 2022
Um adeus a LYGIA FAGUNDES TELLES
Em 1997 senti vontade de voltar à Universidade. Sempre tive um sentimento inexplicável quando pisava os pés no campus. As leituras, as pequisas, as discussões, aquela atmosfera acadêmica me fascinava. Foram 4 anos no curso de Letras, de 1991 a 1994. Há aproximados 3 anos não sabia mais o que era isso. Em 1995 a Unioeste inaugurava a sede própria em Foz do Iguaçu. Na época da licenciatura em Letras, usávamos as instalações de uma escola pública estadual que se localizava no bairro Vila C. Não havia estudado ainda naquele prédio novo, imaginava que ali sim sentiria cheiro de conhecimento. Então decidi que cursaria uma pós-graduação. Seriam alguns professores já conhecidos da época da graduação e teria oportunidade de um upgrade com alguns mestre ou até doutores que não estavam ali naquela época. E ainda, a proposta dessa pós em Letras tinha algo de formidável, pois ao meu ver seriam uma continuidade do curso de Letras, mas agora eu era Licenciado, já ministrava aulas em algumas escolas, ou seja, não era mais o acadêmico que estaria ali com aqueles professores universitários, mas sim um professor em meio a professores. Um espécie de compromisso de elevar o nível das discussões e experiências nas aulas. Então começou a pós graduação, e com ela um recalibrar dos sentidos e uma nova paixão, os contos. Com a leitura dos textos literários nasce uma relação agora mais íntima com ela, a dama da literatura brasileira, Lygia Fagundes Telles. Foram meses estudando a vida e a obra dessa escritora, que é considerada por acadêmicos, críticos e leitores como uma das mais importantes e notáveis escritoras brasileiras do século XX e da história da literatura brasileira. Lembro-me que dois contos foram trabalhados naquela ocasião "Natal na Barca" e "Dezembro no bairro", mas a oportunidade de conhecê-la, através de sua literatura projetou-me para um universo que ainda não havia visitado. Não tive oportunidade de sequer assistir a uma palestra ao vivo, fiquei devendo isso para mim, mas tenho certeza que não teria outra impressão sobre Lygia e não teria surpresas daquelas que temos quando conhecemos alguém e nos decepcionamos. Pelo que escreveu e pelo que acompanhei de sua trajetória, posso afirmar que "ela era ela mesma". Uma escritora autêntica e que lutou com palavras. Enfim, hoje a autora dá adeus, mas com certeza absoluta, se nós seres humanos não tivéssemos essa "mania" de anunciar que uma pessoa morreu, absolutamente ela seria uma dessas pessoas que passaria por "imortal". Já explico, afinal ela não é imortal? devem estar questionando. O que não saberíamos é quando ela partiu e às vezes alimentaríamos uma esperança de chegar em uma feira do livro, bienal ou qualquer outro encontro da mesma espécie, e depararmos com a escritora, ou poder simplesmente contemplá-la transitando suavemente nos corredores das letras. Deixo aqui uma foto da autora, para o blog MITÁ ARANDU registrar esse momento, dessa quase centenária e ainda junto ao arquivo uma foto da capa do trabalho, nossa prova, Lygia, de que em algum momento de nossas vidas "estivemos bem próximos".
Luta com a palavra
sexta-feira, 1 de abril de 2022
PRIMEIRO DE ABRIL - REALIZE
REALIZE
Começar um novo mês não é muito diferente de uma segunda-feira.
Parece que esses pontos de início são mais favoráveis para a realização de algo novo, ou aquele start adiado. Será? Alguns podem dizer
que sim, tenho minhas dúvidas.
Estamos no início do segundo
trimestre, o famoso primeiro de abril, amanhã será o dia 2 e vai ter muita
mentira também, porém não é sobre isso que estou escrevendo, assunto de outro
texto. Então, passaram-se 3 meses, tempo suficiente para uma mamãe coelha já
ter dado à luz a três ninhadas, ou ter nascido os filhotinhos da mamãe gata ou
cadela ao menos 1 vez. O tempo tem suas relatividades. Há muita gente que ainda
não sabe o que irá fazer este ano ou já começou e desistiu de algum projeto que
sonhava. É sobre isso esse texto, sobre REALIZAR. A felicidade de uma pessoa
está diretamente ligada aquilo que ela realiza, e não somente no sentido de
sucesso. Isso mesmo, “atividades que
causam incerteza, desconforto, e mesmo uma pitada de culpa estão associadas às
experiências mais memoráveis e divertidas das vidas das pessoas” (1).
Então... FAÇA.
O importante é correr
riscos, não podemos ficar só naquilo que não nos tire da zona de conforto. Situações
complicadas, incertas e até mesmo desgastantes são fundamentais para aumentar
nossa sensação de satisfação”.(2)
É claro que um fator que nos
atrapalha, em várias das vezes, é encontrar motivação para fazer algo, ou
descobrir até mesmo o que fazer. Talvez essas pequenas sugestões possam ajudá-lo:
ouça suas músicas preferidas (elas fazem parte de algo que marcou sua vida), de
preferência as positivas, não é hora de lembrar coisas tristes; tenha contato
com a natureza, em uma boa caminhada ou pedalada pode surgir uma grande ideia;
reserve durante o dia, ou na semana um tempo para si, você é uma pessoa
fantástica, descubra-se; não esqueça de sorrir muito e ser uma pessoa sociável,
verá os resultados; e por fim uma alimentação bacana, coisa planejada mesmo,
talvez uma banana com granola e mel,
isso demanda um investimento em tempo, comprar pão é muita falta de criatividade
e bem menos saudável.
São detalhes muito óbvios,
mas que aos poucos deixamos de lado e ficamos esperando “segundas-feiras” para
dar o start. Chega! O dia é hoje.
Não fique esperando que sua
vida não seja um grande desafio, garanto que você irá lembrar de cada degrau
conquistado. Não me recordo as coisas fáceis que fiz, mas lembro-me de muitos
detalhes de cada uma das minhas conquistas. Quer um exemplo, lembro-me do tema
de redação do vestibular da Unioeste em 1991, ano que ingressei na
Universidade. Olha só como a coisa dá certo mesmo, um dos textos base da
proposta foi a música “Há tempos” da Legião Urbana. Pensa a alegria do jovem
aspirante a universitário naquele momento, quase um salto na cadeira. Não o
fiz, poderia ter sido desclassificado.
Chega! Realizar é ser feliz.
Termino aqui citando Clarisse Lispector “Segunda-feira é mais difícil porque é sempre a tentativa do começo de vida nova. ( Aqui escrevo eu: não há nada de novo e sim algo de mudança de atitudes) Façamos cada domingo de noite um réveillon modesto, pois se meia-noite de domingo não é começo de Ano Novo é começo de semana nova, o que significa fazer planos e fabricar sonhos.” Talvez não seria diferente falar isso para o começo de cada mês, ou de um novo trimestre como estamos vivendo no dia de hoje. Então o conselho é: REALIZE.
sábado, 25 de julho de 2020
VOCÊ SABE COMO FUNCIONA A EJA A DISTÂNCIA DO DOM?
quarta-feira, 8 de julho de 2020
Muitas coisas estão por vir ou A escola mudou ou Iminentes mudanças
segunda-feira, 22 de junho de 2020
“SALVE, CÉSAR! AQUELES QUE VÃO MORRER TE SAÚDAM”
“SALVE, CÉSAR! AQUELES QUE VÃO MORRER TE SAÚDAM”
Fabrício Carpinejar
Eu vi arquibancadas lotadas no parque de diversão em Santa Catarina.
Veio a mente que estamos retornando aos jogos mortais do Coliseu, em que cristãos eram devorados por leões ou pereciam nas mãos de gladiadores em uma arena de 85 por 53 metros. Cinquenta mil pessoas festejavam a morte, urravam para nenhum dos lutadores ou animais terem compaixão com as suas vítimas. Todos queriam sangue, estertor, sofrimento, para justiçar o ódio.
Logo quando estamos ingressando no pico da pandemia do COVID-19 no país, reproduzimos a indiferença da Roma Antiga. Como se Cristo nem tivesse nascido, sequer ressuscitado. Não há nem um pingo de misericórdia no ar.
Um público se reúne, ao sol de domingo, grande parte sem máscara, feliz com as suas famílias, para fingir que a vida continua normal. Que normalidade é essa com cinquenta mil mortos? Que normalidade é essa com um milhão de infectados?
Ninguém lê notícias? Ainda acredita, apesar dos imensos testemunhos fúnebres, que é uma conspiração da mídia?
Não entendi qual o objetivo do entretenimento: é uma atividade essencial? Qual o motivo do riso, qual o motivo do passeio: comemorar os leitos cheios dos hospitais e as covas vazias dos cemitérios?
Tal liberdade impensada surge como escárnio, como afronta ao luto e enterro multiplicado exponencialmente ao longo do último mês. Não existe cumplicidade social, o reconhecimento mínimo à dor generalizada?
Perdemos mais brasileiros para o coronavírus do que na Guerra do Paraguai. Encontramo-nos no meio de um vírus que não recua justamente porque não somos responsáveis o suficiente para cumprir a quarentena e isolar os grupos de risco.
Cidadania envolve respeito. Não é hora de bater palmas para nada.
terça-feira, 16 de junho de 2020
ESCRITORA DAYANA BELMONTE CUTRUNEO DE VARGAS APRESENTA SEU LIVRO "DEUS E O PROCESSO EM MIM"
VOCÊ PODE AJUDAR A REALIZAR ESSE SONHO PARTICIPANDO DA VAKINHA:
http://vaka.me/1097359
segunda-feira, 11 de maio de 2020
COMO FUNCIONA O ENEM DIGITAL
• Infográficos
• Lógica de games
sábado, 7 de dezembro de 2019
COISAS DE GAÚCHO - ADÁGIOS
• Agarrado como carrapato em culhão de touro.
• Apertado como rato em guampa.
• Assanhada como solteirona em festa de casamento.
• Atirado como interesse de viúva.
• Aumentar como barriga de prenha.
• Bater mais que brigadiano na mulher.
• Brilhar como ouro de libra.
• Bueno como namoro no começo.
• Buliçoso que nem mico de viúva.
• Cair bem como chuva em roça de milho.
• Calmo que nem água de poço.
• Cara amarrada como pacote de despacho.
• Causar alvoroço que nem mata-mosquito em convento.
• Chiar como uma locomotiva no cio.
• Cobiçada como anca de viúva nova e bonita.
• Comer mais que remorso.
• Como tosa de porco: muito grito e pouca lã.
• Contente como cusco de cozinheira.
• Contrariado como gato a cabresto.
• Dá mais que pereba em moleque.
• De boca aberta que nem burro que comeu urtiga.
• Devagar como enterro de a pé.
• Dormir atirado que nem lagarto.
• Dormir que nem sapo morto estirado nos arreios.
• Encardido como peleia de caudilho.
• Encordoado como teta de porca.
• Enfeitado como bidê de china.
• Engraçado como gorda botando as calça.
• Esfarrapado que nem poncho de gaudério.
• Espalhar-se como pó de mangueira em pé de vento.
• Esparramado como dedo de pé que nunca entrou em bota.
• Esperto que nem gringo de venda.
• Extraviado que nem chinelo de bêbado.
• Faceiro como mosca em rolha de xarope.
• Feia como mulher de cego.
• Feliz que nem lambari de sanga.
• Fino e comprido como pio de pinto.
• Firme que nem prego em polenta.
• Frouxo como peido em bombacha.
• Furioso como gato embretado em cano de bota.
• Gordo e lustroso como gato de bolicheiro.
• Gosmento como cuspida de bêbado.
• Grosso como rolha pra poço.
• Grudado como bosta em tamanco.
• Judiado como filhote de passarinho em mão de piá.
• Louco como galinha agarrada pelo rabo.
• Mais à vontade que bugio em mato de boa fruta.
• Mais alto que cavalo de oficial.
• Mais amontoado que uva em cacho.
• Mais angustiado que barata de ponta-cabeça.
• Mais apertado que nó de soga em dia de chuva.
• Mais apressado que cavalo de carteiro.
• Mais arisca do que china que não quer dar.
• Mais assustado que véia em canoa.
• Mais atirado pra trás que pica-pau em tronqueira.
• Mais atirado que alpargata em cancha de bocha.
• Mais atrasado que bola de porco.
• Mais baixo que vôo de marreca choca.
• Mais bonita que laranja de amostra.
• Mais branco que perna de freira.
• Mais caro que argentina nova na zona.
• Mais ciumenta que mulher de tenente.
• Mais complicado que receita de creme Assis Brasil.
• Mais comprido que esperança de pobre.
• Mais comprido que suspiro em velório.
• Mais conhecido que a reza do padre-nosso.
• Mais conhecido que parteira de campanha.
• Mais curto que coice de porco.
• Mais delgado que cachaço emprestado.
• Mais demorado que enterro de rico.
• Mais desconfiado que cego que tem amante.
• Mais difícil que nadar de poncho.
• Mais duro que pau de preso.
• Mais eficiente que japonês na roça.
• Mais encolhido que tripa grossa na brasa.
• Mais enfeitado que burro de cigano em festa.
• Mais enfiado que cueca em bunda de gordo.
• Mais engraxado que telefone de açougueiro.
• Mais enrolado que lingüiça de venda.
• Mais entravado que carteira em bolso de sovina.
• Mais escandaloso que relincho de burro chorro.
• Mais faceiro que gordo de camiseta.
• Mais faceiro que guri de bombacha nova
• Mais fácil que fazer falar um rádio.
• Mais fechado que baú de solteirona.
• Mais fedorento que arroto de corvo.
• Mais feio que indigestão de torresmo.
• Mais fino que assobio de papudo.
• Mais firme que catarro em parede.
• Mais forte que peido de burro atolado.
• Mais gostoso que beijo de prima.
• Mais grosso que cintura de sapo.
• Mais importante que o irmão da rapariga do cabo.
• Mais inútil que buzina em avião.
• Mais inútil que mijar em incêndio.
• Mais ligado que rádio de preso.
• Mais ligeiro que tainha de açude.
• Mais linda que camisola de noiva.
• Mais magro que guri com solitária.
• Mais medroso que cascudo atravessando galinheiro.
• Mais metido que piolho em costura.
• Mais nervoso que anão em comício.
• Mais nojento que mocotó de ontem.
• Mais perdido que surdo em bingo.
• Mais perfumado que mão de barbeiro.
• Mais pesado que pastel de batata.
• Mais prestimosa que mãe de noiva.
• Mais quieto que guri cagado.
• Mais sério que guri mijado.
• Mais triste que último dia de rodeio.
• Mais usado que pronome oblíquo em conversa de professor.
• Mais vaidoso que guri em chineiro.
• Mais velho que mijar em arco.
• Pelado que nem sovaco de perneta.
• Que nem carro de funebreiro: só leva.
• Que nem serra elétrica, não pode ver pau de pé.
• Quem revela a fonte é água mineral.
• Sofrer como joelho de freira na Semana Santa.
• Solito como galinha em gaiola de engorde.
• Tranqüilo e sereno que nem baile de moreno.
• Virar-se mais que minhoca na cinza.
• Vivo como cavalo de contrabandista.
Quem tem ouvidos para ouvir, ouça.
A FÉ CABE NUMA SEMENTE Ontem fui à igreja. O pastor Coty que havia participado de uma conferência no Paraguai aproveitou a passagem por Fo...
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Ator Lima Duarte concluindo sua participação numa entrevista coletiva: "... Posso encerrar com um sermão do Padre Antonio Vieira? Que é...







