segunda-feira, 30 de maio de 2011
quarta-feira, 25 de maio de 2011
COOPERATIVISMO - MINHA FILOSOFIA
Nenhum homem é uma ilha
“... E aprendi que se depende
De tanta e muita gente:
Toda pessoa sempre é marca
Das lições diárias de outras tantas pessoas
E é tão bonito quando a gente entende que a gente é tanta gente
onde quer que vá.
É tão bonito quando a gente sente
Que nunca está sozinho por mais que pense estar...“
(Gonzaguinha)
“... E aprendi que se depende
De tanta e muita gente:
Toda pessoa sempre é marca
Das lições diárias de outras tantas pessoas
E é tão bonito quando a gente entende que a gente é tanta gente
onde quer que vá.
É tão bonito quando a gente sente
Que nunca está sozinho por mais que pense estar...“
(Gonzaguinha)
quarta-feira, 18 de maio de 2011
terça-feira, 17 de maio de 2011
segunda-feira, 9 de maio de 2011
RAPIDINHAS DA LÍNGUA PORTUGUESA 5
Essa foi enviada por e-mail pelo meu vizinho e amigo Sérgio Kusbick
Como surgiu a expressão Tchê!
Sotaques e regionalismos na hora de falar são conhecidos desde os tempos de Jesus. Todos na casa do sumo sacerdote reconheceram Pedro como discípulo de Jesus pelo seu Jeito "Galileu" de se expressar.
No Brasil também existem muitos regionalismos. Quem já não ouviu um gaúcho dizer: "Barbaridade, Tchê"? Ou de modo mais abreviado "bah, Tchê"?
Essa expressão, própria dos irmãos do sul, tem um significado muito curioso.
Para conhecê-lo, é preciso falar um pouquinho do espanhol, dos quais os gaúchos herdaram seu "Tchê".
Há muitos anos, antes da descoberta do Brasil, o latim marcava acentuada presença nas línguas européias como o francês, espanhol e o português. Além disso, o fervor religioso era muito grande entre a população mais simples.
Por essa razão, a linguagem falada no dia, era dominada por expressões religiosas como: "vá com Deus", "queira Deus que isso aconteça", "juro pelo céu que estou falando a verdade" e assim por diante.
Uma forma comum das pessoas se referirem a outra era usando interjeições também religiosas como: "Ô criatura de Deus, por que você fez isso"? Ou "menino do céu, onde você pensa que vai"? Muita gente especialmente no interior ainda fala desse jeito.
Os espanhóis preferiam abreviar algumas dessas interjeições e, ao invés de exclamar "gente do céu", falavam apenas Che! (se lê Tchê) que era uma abreviatura da palavra caelestis (se lê tchelestis) e significa do céu.. Eles usavam essa expressão para expressar espanto, admiração, susto.. Era talvez uma forma de apelar a Deus na hora do sufoco. Mas também serviam dela para chamar pessoas ou animais.
Com a descoberta da América, os espanhóis trouxeram essa expressão para as colônias latino-americanas. Aí os Gaúchos, que eram vizinhos dos argentinos e uruguaios acabaram importando para a sua forma de falar.
Portanto exclamar "Tchê" ao se referir a alguém significa considerá-lo
alguém "do céu". Que bom seria se todos nos tratássemos assim. Considerando uns aos outros como gente do céu.
No Brasil também existem muitos regionalismos. Quem já não ouviu um gaúcho dizer: "Barbaridade, Tchê"? Ou de modo mais abreviado "bah, Tchê"?
Essa expressão, própria dos irmãos do sul, tem um significado muito curioso.
Para conhecê-lo, é preciso falar um pouquinho do espanhol, dos quais os gaúchos herdaram seu "Tchê".
Há muitos anos, antes da descoberta do Brasil, o latim marcava acentuada presença nas línguas européias como o francês, espanhol e o português. Além disso, o fervor religioso era muito grande entre a população mais simples.
Por essa razão, a linguagem falada no dia, era dominada por expressões religiosas como: "vá com Deus", "queira Deus que isso aconteça", "juro pelo céu que estou falando a verdade" e assim por diante.
Uma forma comum das pessoas se referirem a outra era usando interjeições também religiosas como: "Ô criatura de Deus, por que você fez isso"? Ou "menino do céu, onde você pensa que vai"? Muita gente especialmente no interior ainda fala desse jeito.
Os espanhóis preferiam abreviar algumas dessas interjeições e, ao invés de exclamar "gente do céu", falavam apenas Che! (se lê Tchê) que era uma abreviatura da palavra caelestis (se lê tchelestis) e significa do céu.. Eles usavam essa expressão para expressar espanto, admiração, susto.. Era talvez uma forma de apelar a Deus na hora do sufoco. Mas também serviam dela para chamar pessoas ou animais.
Com a descoberta da América, os espanhóis trouxeram essa expressão para as colônias latino-americanas. Aí os Gaúchos, que eram vizinhos dos argentinos e uruguaios acabaram importando para a sua forma de falar.
Portanto exclamar "Tchê" ao se referir a alguém significa considerá-lo
alguém "do céu". Que bom seria se todos nos tratássemos assim. Considerando uns aos outros como gente do céu.
quinta-feira, 5 de maio de 2011
terça-feira, 26 de abril de 2011
segunda-feira, 18 de abril de 2011
domingo, 10 de abril de 2011
RAPIDINHAS DA LÍNGUA PORTUGUESA 5
Eu Levo ou Deixo?
Diz a lenda que Rui Barbosa, ao chegar em casa, ouviu um barulho estranho
vindo do seu quintal.
Chegando lá, constatou haver um ladrão tentando levar seus patos de criação.
Aproximou-se vagarosamente do indivíduo e, surpreendendo-o ao tentar pular
o muro com seus amados patos, disse-lhe:
Oh, bucéfalo anácrono! Não o interpelo pelo valor intrínseco dos bípedes
palmípedes, mas sim pelo ato vil e sorrateiro de profanares o recôndito da
minha habitação, levando meus ovíparos à sorrelfa e à socapa.
Se fazes isso por necessidade, transijo; mas se é para zombares da minha
elevada prosopopéia de cidadão digno e honrado, dar-te-ei com minha bengala
fosfórica bem no alto da tua sinagoga, e o farei com tal ímpeto que te reduzirei à qüinquagésima potência que o vulgo denomina nada.
E o ladrão, confuso, diz:
Dotô, eu levo ou deixo os pato?"
Diz a lenda que Rui Barbosa, ao chegar em casa, ouviu um barulho estranho
vindo do seu quintal.
Chegando lá, constatou haver um ladrão tentando levar seus patos de criação.
Aproximou-se vagarosamente do indivíduo e, surpreendendo-o ao tentar pular
o muro com seus amados patos, disse-lhe:
Oh, bucéfalo anácrono! Não o interpelo pelo valor intrínseco dos bípedes
palmípedes, mas sim pelo ato vil e sorrateiro de profanares o recôndito da
minha habitação, levando meus ovíparos à sorrelfa e à socapa.
Se fazes isso por necessidade, transijo; mas se é para zombares da minha
elevada prosopopéia de cidadão digno e honrado, dar-te-ei com minha bengala
fosfórica bem no alto da tua sinagoga, e o farei com tal ímpeto que te reduzirei à qüinquagésima potência que o vulgo denomina nada.
E o ladrão, confuso, diz:
Dotô, eu levo ou deixo os pato?"
domingo, 3 de abril de 2011
RAPIDINHAS DA LÍNGUA PORTUGUESA 4
Qual a maior palavra da língua portuguesa?
R: pneumoultramicroscopicossilicovulcanoconiótico
R: pneumoultramicroscopicossilicovulcanoconiótico
A maior palavra da língua portuguesa possui 46 letras e ganhou registro definitivo em 2001, quando apareceu no dicionário Houaiss. Estamos falando de pneumoultramicroscopicossilicovulcanoconiótico. Antes, o título pertencia ao advérbio "anticonstitucionalissimamente", que tem 29 letras e descreve algo que é feito contra a constituição. O vice era "oftalmotorrinolaringologista", com 28 letras, que se refere ao especialista nas doenças dos olhos, ouvidos, nariz e garganta.
O Houaiss é o campeão de palavras na língua portuguesa, mas não traz, por exemplo, palavras da química que têm dezenas de sílabas, usadas para definir compostos. Uma delas é "tetrabromometacresolsulfonoftaleína", que tem 35 letras e indica um corante usado em reações. "Palavras como essa são muito específicas e só aparecem em glossários de terminologia química", diz o filólogo Mauro Villar, do Instituto Antônio Houaiss.
Entenda cada parte desse vocábulo de 46 letras PnmeumoultramicroscópicoPneumo - Pulmão Ultra - Fora de Microscópico - Muito pequeno Silicovulcanoconiótico Sílico - Vem de silício, um elemento químico presente no magma vulcânico Vulcano - Vindo de um vulcão Coniótico - Vem de coniose, doença causada por inalação de pós em suspensão no ar Tudo isso junto... Pessoa que sofre de uma doença pulmonar, a pneumoconiose, causada pela aspiração de cinzas vulcânicas! |
Fonte: Mundo Estranho
sexta-feira, 1 de abril de 2011
PARANÁ COOPERATIVO
24.03.2011 | PARANÁ COOPERATIVO - 24/03/2011 |
RAMO EDUCACIONAL: Presidente da Cefi visita sede da Ocepar O presidente da Cooperativa Educacional de Foz do Iguaçu (Cefi), Emerson Fulgêncio de Lima, visitou, na manhã desta quinta-feira (24/03), a sede do Sistema Ocepar, em Curitiba. Ele foi recebido pelo presidente da entidade, João Paulo Koslovski, e pelo analista do Sescoop/PR, Devair Antônio Mem. A Cefi possui 400 alunos e 54 docentes. Presta atendimento desde a educação infantil até o ensino médio. No último mês de dezembro, a cooperativa educacional completou 15 anos. Em 2009, implantou a Unip Interativa, uma faculdade de ensino a distância que conta 100 alunos matriculados e oferece cursos de bacharelado (Administração, Ciências Contábeis e Serviço Social), licenciatura (Matemática, Letras e Pedagogia) e cursos de gestão destinados à formação de tecnólogos em marketing, logística, entre outros. Princípios - De acordo com Emerson, os princípios cooperativistas são norteadores das atividades desenvolvidas na Cefi. "Nossas ações são realizadas sempre baseadas nas características do cooperativismo para que pais, alunos e professores sintam que nós estamos tentando montar um modelo de sociedade diferente, baseado na união de forças e na cooperação. Nós acreditamos nisso", afirmou. Emerson também destacou o apoio recebido pela Ocepar. "Em 2006, quando nós assumimos a direção da cooperativa no primeiro mandato, tínhamos uma noção de que a Ocepar era um órgão de vistoria das cooperativas. Depois, passamos a perceber que é uma instituição que existe para assessorar o setor. Se o crescimento da cooperativa hoje é real, isso se deve à Ocepar, que nos direcionou para vários caminhos e permitiu que nós trilhássemos com segurança e com solidez. Somos muito gratos à Ocepar", disse. Marcante - Ele afirmou ainda que, recentemente, a Cefi obteve resultados acima da expectativa com a realização da segunda edição dos Jogos Cooperativos, no mês de fevereiro, que contou com a presença de 120 alunos. "Nós realizamos diversas atividades para promover cooperativismo e a integração total dos participantes. Agora, Foz do Iguaçu também vai sentir esse gostinho. Nós pretendemos promover esses jogos no"gramadão" da vila A, localizado num bairro onde residem aproximadamente 40 mil pessoas, para mostrar que somos diferentes", disse. Emerson acredita que o cooperativismo deverá ser reconhecido pela sociedade como a melhor maneira das pessoas se relacionarem. "O futuro será de união. As pessoas vão se abraçar e correr juntas", completou o presidente da Cefi. | |
Assinar:
Postagens (Atom)
GIOVANA MADALOSSO: AS CONTRADIÇÕES DA VIDA CONTEMPORÂNEA
A FORÇA DA MULHER | ESPECIAL OUTUBRO ROSA — 8ª MATÉRIA Com humor, sensibilidade e um olhar crítico sobre a sociedade, Giovana Madalosso tr...
-
Apresentando "Escrevendo Redação": Conheça nossa história! Olá a todos! Somos Emerson Fulgencio e Marilu Grassi, e estamos muit...
-
Ator Lima Duarte concluindo sua participação numa entrevista coletiva: "... Posso encerrar com um sermão do Padre Antonio Vieira? Que é...

