quarta-feira, 26 de março de 2025

DÉBORA

 Débora era profetisa e uma mulher sábia. Ela se sentava debaixo de uma tamareira e o povo vinha até ela para resolver suas questões (Juízes 4:4-5).

Série ADOLESCÊNCIA e o uso do plano-sequência.

A filmagem em plano-sequência é uma técnica cinematográfica na qual uma cena inteira é gravada em um único take contínuo, sem cortes aparentes. Essa abordagem exige um planejamento rigoroso, coreografia precisa dos atores e uma execução técnica impecável para que a ação flua naturalmente sem interrupções. Na série Adolescence, essa técnica foi utilizada para criar uma experiência imersiva, aproximando o espectador da realidade dos personagens e aumentando a sensação de autenticidade das cenas.

 O uso do plano-sequência pode ter diferentes propósitos narrativos e estéticos. Em Adolescence, essa escolha reforça a intensidade emocional e a espontaneidade das interações entre os personagens. Como a adolescência é uma fase marcada por emoções intensas e mudanças constantes, a câmera em movimento contínuo contribui para transmitir essa dinâmica sem a interferência de cortes bruscos, permitindo que o público sinta-se dentro da história.

 Vários filmes famosos utilizaram o plano-sequência de forma marcante. Birdman (2014), de Alejandro Iñárritu, simula um único take ao longo de quase todo o filme, criando uma experiência fluida e ininterrupta. Outro exemplo icônico é 1917 (2019), dirigido por Sam Mendes, que acompanha dois soldados durante a Primeira Guerra Mundial em uma narrativa quase sem cortes visíveis, aumentando a tensão e a imersão do espectador. Além disso, filmes como Filhos da Esperança (2006), de Alfonso Cuarón, também se destacam pelo uso magistral de planos-sequência, como a cena da perseguição em um carro, que dura vários minutos sem interrupção.

 Os cineastas escolhem essa técnica por diversos motivos. Além de aumentar a imersão do espectador, o plano-sequência pode transmitir um senso de realismo e urgência que cortes tradicionais poderiam dissipar. Além disso, ele desafia tanto os atores quanto a equipe técnica a manterem um alto nível de precisão e coordenação, resultando em cenas intensas e memoráveis. Em narrativas mais introspectivas ou dramáticas, como em Adolescence, o plano-sequência pode criar uma proximidade emocional entre o público e os personagens, tornando a história ainda mais envolvente.

 Por fim, embora seja uma técnica desafiadora, o plano-sequência continua sendo uma escolha popular entre diretores que buscam impactar visualmente suas produções. Quando bem executado, ele não apenas impressiona pela dificuldade técnica, mas também acrescenta profundidade e emoção à narrativa, tornando-se um elemento essencial na construção da experiência cinematográfica.

sábado, 22 de fevereiro de 2025

SE EU TE BEIJASSE/ SI TE BESARA

Assisti a uma apresentação de ELSA MORENO PIZARRO, em espanhol, desse poema que segue, jamais me esquecerei de uma palavra que disse. Emocionante, encantador...

SE EU TE BEIJASSE/ SI TE BESARA
Acho que os beijos são dados na boca porque é de onde brotam as palavras.
Se eu te beijasse a ponta dos dedos estaria procurando uma carícia.
Se eu te beijasse a sola do sapato estaria procurando um caminho.
Se eu te beijasse nas pálpebras quando você está dormindo estaria pedindo permissão para entrar nos seus sonhos, mas estou beijando seus lábios porque quero ouvir minhas palavras saindo de você.
Outra vez...
Se eu te beijasse a sola dos pés, procuraria um passo errado.
Se eu te beijasse o interior do cotovelo, procuraria os teus cubículos.
Se a sombra te beijasse, não saberia o que procuro, mas estaria tão perto...
Se eu te procurasse hoje à noite, beijaria todos os estranhos até te encontrar.
Outra vez...
Se eu te beijasse, seria escorregadio por uma tela de carne que transborda e se expande pelas vigas da minha casa. Escorregadio escorregadio por um muro fronteiriço entre a pele da carne que é injetada numa estrutura impessoal chamada nome. Estaria consumida antes mesmo de abrir os lábios e beijar-te e, não podemos fazer nada por esta morte, por esta morte...
Por isso, fico quieta, quieta, atenta, alerta, alerta.... Só para o caso... no caso de eu ter vislumbrado encontrar o meio ponto entre as paredes onde shhhh... não nos machucar, onde só percebemos até onde vai o beijo, antes que a raiva chegue.
*
*
Desconhecemos a autoria da tradução do poema

Foz e seus encantos; Foz e os seus em cantos.

Passar pela manhã no cruzamento da Xavier da Silva com a Mato Grosso e não deparar-se com a "paraguainha" vendendo melões paraguaios — esses, diferentes daqueles comprados nos mercados — pode ser um presságio.

Foz do Iguaçu, além das belezas naturais, das compras no Paraguai, dos jantares no lado argentino, é marcante pelas suas personagens de um universo peripatético (para quem não sabe a verdade por trás dessa palavra, vale uma pesquisa — e que Aristóteles me permita usá-la aqui, nesse contexto).

No cruzamento da JK com a República Argentina, temos o Jacaré.
Aparecendo em qualquer ponto da avenida Brasil, fortuito e oportunamente, temos o "bicheiro": "Vai uma fezinha aí?"
No cruzamento da Schimmelpfeng com a Almirante Barroso, ecoa o já conhecido: "Tem uma moedinha, abençoado?"
Na Belarmino, o Rubão — com seus cachorros e sua latinha (sabe-se lá de quê) na mão.

Foz e seus encantos. Foz e os seus em cantos.

O número de personagens de rua é grande. Seres emblemáticos que já fazem parte de um tipo de folclore da terrinha. Sobrevivem por trás da imagem que estabeleceram, demarcaram território, ganharam admiradores. Uns são trabalhadores, saem pela manhã para cumprir sua jornada. Outros, mesmo que não pareçam estar ali em um ofício, tratam tal labuta como uma jornada regida, talvez, por uma CLT imaginária.










terça-feira, 18 de fevereiro de 2025

Os CEOs da terra falida - Giovana Madalosso

Compartilho o texto da Giovana Madalosso na Folha de hoje, p. 32. - 24 NOVEMBRO 2024.

Os CEOs da terra falida
Tem criança que sabe falar dois idiomas mas não sabe arrrumar a cama
É final de ano e a cidade está cheia de anúncios de escolas chamando para matrículas. Umas oferecem educação com ênfase no amanhã. Outras sugerem desenvolver no aluno o espírito de liderança. Pelo jeito, desistimos de formar cidadãos para formar CEOs. Não é só culpa das escolas: é uma demanda dos pais, preocupados em garantir um futuro de estabilidade profissional e financeira para os filhos.
Só que a vida não é uma empresa. A sociedade não cabe em um organograma. E tampouco estamos sozinhos. Aqui nesta Terra, um sonho se sonha com oito bilhões de pessoas. E uma infinidade de outros seres vivos.
A festa do Cada Um Por Si já se mostrou um fracasso. Não há pulseira VIP que nos impeça de ver a dança mórbida do capitalismo tardio, com uma minoria se refestelando com a maior parte da riqueza.
Se a propaganda da escola fosse honesta, o globo terrestre exibido na mão do aluno sorridente estaria pegando fogo. A lupa não estaria apontada para uma florzinha e sim para uma amostra de microplástico ou de corais mortos pelo calor.
Fora do muro dessas escolas, há aproximadamente oito milhões de brasileiros passando fome. Duzentas mil pessoas em situação de rua. Uma floresta prestes a virar savana. Rios sendo contaminados com mercúrio. Novos poços de petróleo sendo abertos quando mais de duzentos milhões de pessoas já se deslocam pelo mundo por causa de desastres climáticos.
O futuro brilhante vendido pela propaganda tem grande chance de ser uma distopia. E, mesmo com essa perspectiva, há quem não se importe, pensando que, como sempre, o dinheiro irá safar os seus da desgraça coletiva.
E eu só me pergunto: que altura de portão nossos filhos terão que construir para se esconder de tanta tristeza? Haja bônus e pró-labore para tanto tijolo e para tanta cerca farpada. Haja catraca e cancela para se proteger de tamanha desigualdade. Haja dique para se resguardar de uma natureza em fúria. Haja espumante para se entorpecer de tudo e tanto.
Antes nossos heróis corporativos estivessem morrendo de overdose. Estão morrendo de estresse, depressão, ansiedade, pânico, solidão, anorexia. E, mesmo assim, continuamos mirando nesses exemplos. Desviando a luneta dos nossos filhos das Três Marias para mirar nessas cadeiras. Ou numa chair bem longe daqui.
Tem criança que sabe falar dois idiomas mas não sabe arrumar a cama. Antes de qualquer coisa, deveriam aprender a limpar a casa e a escola, a observar quanto lixo cada pessoa produz, a fazer a própria comida. A não depender do outro para realizar a tarefa mais primordial que existe: cuidar de si mesmo.
Só assim mais uma geração de brasileiros não passará pelo constrangimento de estudar em uma sala de aula que só tem crianças brancas, em uma escola que só tem crianças brancas, aspirando a cargos que só são ocupados por brancos, em um país onde a maioria da população é negra e, infelizmente, em parte ainda limpa e cozinha para os outros.
É desanimador mas, por outro lado, não é. Um mundo em crise é um mundo gritando para ser refeito. Um caminho repleto de possibilidades de se agir diferente. Tenho certeza de que essa geração irá encontrar ótimas saídas, desde que tenha a chance de olhar mais para os lados, e não só para o topo

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2025

Logos e Rhema

Logos e rhema são conceitos bíblicos que se referem à Palavra de Deus. Logos é a Palavra de Deus em geral, enquanto rhema é a Palavra de Deus dirigida a uma pessoa específica.

Logos

É o conhecimento das Escrituras

É o sentido, a razão, o valor, a causa, o fundamento e o ser de algo

É a linguagem que diz ou profere as coisas

É a razão conhecendo as coisas, pensando os seres

É um conceito importante na cristologia cristã

É conhecido em português como Verbo

Rhema

É a aplicação da Palavra de Deus em uma pessoa

É a revelação que Deus tem para uma pessoa

É o que sai da boca de Deus

Para que a Bíblia fale diretamente com o leitor, é necessário que a pessoa se projete no texto bíblico para que a Palavra se torne Rhema.

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2025

A Armadura de Deus é descrita na Bíblia em Efésios 6:10-18

A Armadura de Deus é descrita na Bíblia em Efésios 6:10-18 e representa a proteção espiritual que um cristão deve usar para resistir ao mal. Aqui estão as armas dessa armadura e seus significados:

  1. Cinturão da Verdade (Efésios 6:14) 🏅

    • Simboliza a honestidade e integridade. A verdade de Deus nos mantém firmes contra as mentiras e enganos do inimigo.
  2. Couraça da Justiça (Efésios 6:14) 🛡️

    • Representa a retidão e o caráter correto diante de Deus. Protege o coração do pecado e da culpa.
  3. Sandálias do Evangelho da Paz (Efésios 6:15) 👣

    • Simbolizam a prontidão para espalhar a mensagem do evangelho. A paz de Deus nos dá estabilidade para enfrentar desafios.
  4. Escudo da Fé (Efésios 6:16) 🛡️

    • A fé nos protege dos ataques do inimigo, como dúvidas e tentações. Com ela, podemos apagar os "dardos inflamados" do mal.
  5. Capacete da Salvação (Efésios 6:17) ⛑️

    • Representa a certeza da salvação em Cristo. Protege a mente contra pensamentos negativos e enganos do inimigo.
  6. Espada do Espírito (Efésios 6:17) ⚔️

    • A única arma de ataque da armadura. Simboliza a Palavra de Deus (a Bíblia), que é poderosa para combater as mentiras e enganos espirituais.

Além dessas armas, Paulo menciona a oração como parte essencial dessa batalha espiritual, nos mantendo conectados com Deus.

Essa armadura deve ser vestida diariamente para enfrentar os desafios da fé. 🙏🔥

Elaborado com o auxílio da IA. 

sexta-feira, 17 de janeiro de 2025

THALES PASSOU NO VESTIBULAR DE MEDICINA

 Quando conheci o Thales ele tinha apenas 9 anos. O menino já demonstrava habilidades que até o então, já em passados 20 anos na carreira de professor, eu havia visto com raridade. A capacidade fotográfica de memorização era um atributo incomparável. Declamava poemas com uma simplicidade infantil, porém com uma capacidade magistral. Eram minutos e o poema já estava na sua memória. Chegava nos lugares e encantava. Quando terminava de recitar, seus olhos grandes pareciam que iriam saltar da fronte, tamanha era a alegria ao ver as pessoas admiradas absurdamente o elogiarem. Foram vários saraus, foram muitas apresentações em aniversários de avós, tios, primos, amigos. Momentos mais acadêmicos como feira do livro, apresentação de obras literárias e lá estava o Thales, às vezes sendo muito mais apreciado e elogiado que o autor. O menininho dos olhos arregalados verdadeiramente dava um show. Há um poema que para mim era ele sendo ele, sabe aquela coisa de parecer que o eu-poético encontrou a persona? O poema quando declamado por ele demonstrava o menino em sua autenticidade, parecia um diálogo de criança com o seu imaginário na tentativa de responder o que significa "ser". O poema tem como título IDENTIDADE e foi escrito por Pedro Bandeira. Seguem os versos: 

Às vezes nem eu mesmo
sei quem sou.
às vezes sou.
"o meu queridinho",
às vezes sou
"moleque malcriado".
Para mim
tem vezes que eu sou rei,
herói voador,
caubói lutador,
jogador campeão.
às vezes sou pulga,
sou mosca também,
que voa e se esconde
de medo e vergonha.
Às vezes eu sou Hércules,
Sansão vencedor,
peito de aço
goleador!
Mas o que importa
o que pensam de mim?
Eu sou quem sou,
eu sou eu,
sou assim,
sou menino.

Alguns anos se passaram, convivi todos esses com o Thales, hoje ele está com 19. Pude ver nele os últimos e versos do poema todos os dias, ele é autêntico, uma pessoa simples e leve para conviver.  O "eu sou quem sou" ele viveu de verdade todos esses anos. Porém de um tempo pra cá resolver "ser" médico. Foram 6 anos incansáveis. Dias e noites, finais de semana integrais de estudo. Comecei a ver nele o "herói voador", o ", o "jogador campeão", "goleador". A fé gerou a esperança e o esforço gerou a recompensa. Hoje recebemos o segundo resultado, já havíamos comemorado a primeira aprovação no vestibular de medicina na Unicentro em Guarapuava juntos na festa de Ano novo e agora o resultado da Federal do Paraná. Parabéns, Thales. Deixo aqui um versículo que aprecio e que gostaria que o levasse no coração para esse novo momento de sua vida: 

"Tudo o que fizerem, façam de todo o coração, como para o Senhor, e não para os homens, sabendo que receberão do Senhor a recompensa da herança. É a Cristo, o Senhor, que vocês estão servindo".

segunda-feira, 13 de janeiro de 2025

domingo, 15 de dezembro de 2024

Trocando um "por quê? por um "para quê?

Vamos, Marilu! Me ajude, precisamos tirar essas "coisas" aqui do quintal. Não estou conseguindo sozinho.

Essa foi a última frase que ecoou em uma cena que não me causou medo, mas me fez lembrar, ao acordar às 4h15 da manhã, que o sonho tinha mais imagens enigmáticas.

Aquela imagem de uns animais estranhos, com formas variadas, uma espécie que nunca tinha visto em nenhum livro, documentário da National Geographic ou Globo Repórter, incomodou-me naquela noite.

Um sonho com um teor muito diferente do que sonhara durante esses meus 52 anos.

Mas o sonho não ficou só nisso. Nós tirávamos as "coisas" aos punhados. Não tínhamos medo de tocar, de pegar com as mãos, com os braços. Jogávamos para longe, livrando um espaço que seria necessário para algo surpreendente: peixes. Muitos peixes começaram a aparecer. Muitos peixes brotavam da terra, caíam do céu, surgiam do nada. Em vários momentos surpreendi-me com eles nos braços: eram enormes, eram pesados. Não sei ao certo quantos eram, mas proporcionalmente ao espaço — um gramado que me lembrava uma das casas em que já vivi — não havia mais lugar para tantos.

Eles tinham um olhar que não era aquele que vemos nas peixarias, aquele olhar que, apesar de ser sinônimo de peixe fresco, é vazio. Era um olhar de esperança, um olhar de socorro de alguns. Eles vinham aos meus braços, encostavam-se em minhas pernas.

Nesse momento, as "coisas" já não estavam mais lá.

Acordado, tento entender. Algumas passagens bíblicas já me vieram à lembrança: "Então Simão Pedro subiu a bordo e puxou a rede para a terra, cheia de peixes grandes, cento e cinquenta e três; e ao todo eram tantos, mas a rede não se rompeu." (João 21:11) ou talvez os cinco pães e os dois peixinhos... Mas não era uma multiplicação, tampouco uma pescaria. Eles vinham, apareciam, eram atraídos por algo que os tranquilizava. Estar em meus braços parecia algo bom, confortável, seguro.

Hoje é domingo, 15 de dezembro de 2024. No canal Israel com Aline, ainda na mesma semana do sonho, o episódio da manhã tinha como título: "Os peixes sumiram? O que está acontecendo com o Mar Morto?"

O Mar Morto baixa o volume de suas águas de 1 metro a 1 metro e meio por ano e recua, em média, 30 metros. Um fenômeno que coincide com as profecias bíblicas. O curioso é que algumas lagoas estão se formando nessa parte seca, chamadas de "bolaines do Mar Morto". Os bolaines são "buracos" formados pelas condições subterrâneas após a redução do volume de água daquela área. Essas lagoas são de água doce que brotam vidas do aquífero de Jerusalém, e nelas a vida está se concretizando segundo a professia de Ezequiel 47:12. Os peixes já estão surgindo, aparecendo...

Voltando ao meus sonho, minha expectativa é que esses peixes sejam um norte para o que Deus quer de mim. Hoje teremos a revelação da palavra profética para 2025 na igreja que frequento. Creio que teremos confirmação.

Na última ceia, já percebi que, quando pergunto por que Deus faz algo ou nos dá algo, na verdade o que precisamos saber é: "para quê?", e não "por quê?".

Ainda não sei exatamente o que Deus quer me mostrar com tudo isso. Mas sei que Ele está me chamando para algo maior, algo que talvez ainda não compreenda plenamente. Aqueles peixes no sonho não vieram por acaso — eram um sinal de vida, de abundância e de propósito.

Enquanto espero a revelação, fico com uma certeza: Deus não apenas nos dá sonhos, mas também a direção para realizá-los. É a pergunta certa — "Para quê?" — que nos aproxima do que Ele deseja.

Hoje, confio que Ele continuará revelando o próximo passo. Porque, assim como os peixes encontraram meus braços como um refúgio, eu quero estar pronto para ser instrumento de paz e esperança nas mãos do Senhor.